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Aquisição para advocacia

Seu escritório recebe leads, mas não fecha contratos? Veja onde o marketing jurídico pode estar falhando

Por Shark Digital13 min de leitura

Funil preto com ícones de WhatsApp e de contatos entrando no topo e linhas verdes passando pelas etapas leads, contatos, qualificação, atendimento, oportunidades e contratos, ao lado do título do artigo.
Neste artigo

O escritório investe em marketing. Os contatos chegam, o WhatsApp recebe mensagens, o formulário é preenchido. Mas poucos viram consulta, menos ainda viram contrato. Logo surge a conclusão: “os leads são ruins”. Pode ser. Mas, sem dados, essa frase é uma hipótese, não um diagnóstico.

Entre o anúncio e o contrato há várias etapas, e qualquer uma delas pode estar perdendo oportunidades: a campanha, a mensagem, a página, o primeiro atendimento, a qualificação ou o acompanhamento. Antes de trocar de campanha, de agência ou aumentar o investimento, vale descobrir em qual etapa a jornada está quebrando. É isso que este guia ajuda a fazer.

Lead ruim ou processo ruim?

“Lead desqualificado” só significa alguma coisa quando o escritório definiu, por escrito, o que é um lead qualificado. Sem esse critério, “lead ruim” vira percepção, geralmente formada pelas últimas conversas difíceis, e cada pessoa da equipe conta uma coisa diferente.

Não existe um critério universal. Cada escritório define o seu, a partir das áreas em que atua e do tipo de caso que aceita. Alguns exemplos do que costuma entrar nessa definição:

  • Área jurídica: a demanda é de uma área que o escritório atende?
  • Tipo de demanda: é o tipo de caso que o escritório aceita (por exemplo, consultivo ou contencioso, pessoa física ou empresa)?
  • Localização: a pessoa está numa região ou jurisdição em que o escritório consegue atuar?
  • Aderência ao serviço: o que ela procura corresponde ao que o escritório oferece?
  • Momento da necessidade: há uma situação concreta agora, ou é uma dúvida genérica?
  • Outros critérios do próprio escritório: prazos, documentação mínima, conflito de interesses, capacidade da equipe.

Com o critério escrito, cada contato pode ser classificado no momento do atendimento. A pergunta deixa de ser “os leads são ruins?” e passa a ser “que parte dos contatos não atende aos critérios, e de qual campanha ela vem?”. Essa segunda pergunta tem resposta.

O caminho entre o anúncio e o contrato

Relatórios de mídia costumam terminar no lead. O escritório costuma olhar só o contrato assinado. Entre os dois há um caminho inteiro que quase ninguém acompanha de ponta a ponta:

  1. Anúncio
  2. Intenção
  3. Página
  4. Contato
  5. Qualificação
  6. Atendimento
  7. Oportunidade
  8. Contrato
  1. 01

    Anúncio

    Em que termo de pesquisa ou para qual público ele apareceu.

  2. 02

    Intenção

    O que a pessoa estava procurando quando viu o anúncio.

  3. 03

    Página

    Se a página explica para quem o escritório atua e o que acontece no contato.

  4. 04

    Contato

    Formulário, WhatsApp ou ligação: se chegou e se ficou registrado.

  5. 05

    Qualificação

    Se o contato atende aos critérios definidos pelo escritório.

  6. 06

    Atendimento

    Quanto tempo levou, quem atendeu e qual próximo passo foi proposto.

  7. 07

    Oportunidade

    Consulta realizada ou proposta de honorários apresentada.

  8. 08

    Contrato

    Contrato assinado, ou motivo registrado de não ter fechado.

Cada etapa pode perder eficiência sozinha. Uma campanha bem segmentada pode levar a uma página confusa. Uma página clara pode gerar contatos que esperam um dia por resposta. Um atendimento rápido pode terminar sem nenhum próximo passo. Olhar só a ponta (custo por lead) ou só o final (contratos do mês) esconde onde a perda realmente acontece.

7 pontos onde seu escritório pode estar perdendo oportunidades

Os pontos abaixo são hipóteses de investigação, não veredictos. É comum haver mais de um gargalo ao mesmo tempo; o trabalho é descobrir qual pesa mais.

1. Campanha atraindo a intenção errada

No tráfego pago para advogados, o mesmo assunto pode atrair intenções muito diferentes. Quem pesquisa o nome de um direito para entender o que é está num momento diferente de quem procura um advogado para um problema que já aconteceu. Termos de pesquisa amplos demais, públicos genéricos nas redes sociais ou uma região mal configurada trazem contatos que nunca teriam aderência, por melhor que seja o atendimento.

Onde olhar: o relatório de termos de pesquisa do Google Ads, a região de origem dos contatos e a proporção de contatos fora dos critérios, separada por campanha.

2. Comunicação genérica

Um anúncio que poderia ser de qualquer escritório atrai qualquer pessoa. Quando a mensagem não diz para quem o escritório atua, em que área e em que tipo de situação, quem chega precisa descobrir isso na conversa, e o atendimento vira triagem. A comunicação clara funciona como um primeiro filtro: ajuda quem tem aderência a se reconhecer e quem não tem a seguir adiante.

Clareza aqui não significa linguagem persuasiva. Como mostra a seção sobre a OAB, a publicidade da advocacia tem limites próprios. Ser específico sobre áreas de atuação e sobre como funciona o atendimento é compatível com caráter informativo.

3. Landing page sem contexto ou qualificação

A página de destino é onde a intenção vira contato. Se ela é só um botão de WhatsApp, sem explicar a área de atuação, a região atendida ou o que acontece depois do contato, ela gera volume, mas não gera contexto. Um formulário curto, com uma ou duas perguntas sobre o tipo de demanda, já permite que o atendimento comece sabendo do que se trata.

Há um equilíbrio a buscar: cada pergunta a mais filtra melhor, mas também pode reduzir o número de contatos. Esse equilíbrio se ajusta com dados do próprio escritório, não com regra pronta.

4. Critério de lead qualificado inexistente

É o ponto que sustenta todos os outros. Sem critério escrito, marketing e atendimento discutem impressões. Com critério, o marketing pode ser cobrado pela proporção de contatos qualificados que gera, e o atendimento pela proporção de qualificados que avança.

5. Atendimento desorganizado

Muitos escritórios recebem os contatos no WhatsApp e atendem entre audiências, prazos e reuniões. Sem alguém responsável, sem horário definido e sem registro, a resposta depende de quem viu a mensagem primeiro. Alguns sinais comuns:

  • Ninguém sabe quantos contatos do último mês ficaram sem resposta.
  • Mais de uma pessoa atende, ou há mais de um número, sem histórico compartilhado.
  • O primeiro contato responde a dúvida, mas não propõe um próximo passo (consulta, envio de documentos, reunião).
  • Mensagens que chegam fora do horário são respondidas só dias depois.

Em vez de perseguir um “tempo ideal de resposta” citado sem fonte, meça o tempo do seu escritório: hora de chegada, hora da primeira resposta útil e o que aconteceu com o contato. Com algumas semanas de registro, compare o resultado dos contatos respondidos rápido com o dos respondidos tarde. Se houver diferença consistente, você tem um argumento concreto para mudar o processo.

6. Falta de acompanhamento das oportunidades

Contratar um advogado raramente é uma decisão imediata. A pessoa pode precisar conversar com a família, reunir documentos ou comparar propostas. Se a oportunidade não tem uma próxima ação registrada, com data, ela depende da memória de quem atendeu, e costuma ser esquecida.

leads sem contrato com próxima ação registrada ÷ total de leads sem contrato

Esse indicador mostra quanto do funil está sendo de fato acompanhado. O retorno deve ser respeitoso, ter limite de tentativas e se dirigir a quem já procurou o escritório.

7. Marketing sem feedback sobre o que aconteceu com os leads

Se o marketing só recebe o número de contatos, ele otimiza para gerar mais contatos, não mais contratos. É assim que uma campanha com custo por lead baixo pode continuar recebendo verba enquanto gera, sobretudo, demandas sem aderência. A próxima seção sobre CPL e a seção sobre compartilhamento de dados detalham esse ponto, que é o mais negligenciado.

Antes de culpar o tráfego, responda estas perguntas

  1. O escritório tem um critério escrito de lead qualificado?
  2. Você sabe de qual campanha veio cada contato do último mês?
  3. Que parte dos contatos estava fora dos critérios, e de onde ela veio?
  4. Quanto tempo leva, em média, entre o contato e a primeira resposta útil?
  5. Cada conversa termina com um próximo passo proposto?
  6. Quantos leads sem contrato têm uma próxima ação registrada?
  7. Os motivos de perda são registrados numa lista fechada?
  8. O marketing recebe de volta quais leads viraram consulta e contrato?

Se várias respostas forem “não sei”, mudar a campanha agora seria decidir sem informação. O primeiro trabalho é passar a enxergar o funil.

Por que olhar apenas para o CPL pode enganar

O custo por lead (CPL) é a métrica mais visível do marketing para advogados, porque é a que as plataformas de anúncio mostram:

CPL = investimento em mídia ÷ número de leads

O problema é que o CPL mede o custo de gerar um contato, não o custo de gerar um cliente. Uma campanha com CPL baixo pode trazer mais contatos fora dos critérios; outra, com CPL mais alto, pode trazer menos contatos e mais contratos. Por isso não existe “CPL ideal” fora do contexto de cada escritório, e números de mercado sem fonte não ajudam a decidir. O que ajuda é acompanhar o funil inteiro:

  1. 01

    Investimento

  2. 02

    Leads

  3. 03

    Leads qualificados

  4. 04

    Consultas

  5. 05

    Oportunidades

  6. 06

    Contratos

Com essas etapas contadas, as métricas sobem de nível:

Custo por lead qualificado = investimento ÷ leads qualificados

Custo por contrato = investimento atribuível ÷ contratos atribuíveis

Quando a conta inclui todos os custos de aquisição (mídia, produção, ferramentas e o tempo da equipe), chega-se ao CAC, o custo de aquisição de cliente. Comparar o CAC com o valor dos honorários de cada tipo de caso mostra a qualidade econômica da operação, o que o CPL isolado não revela.

Dois cuidados. Primeiro, atribuível: contratos vindos de indicação não devem entrar na conta da mídia. Segundo, tempo: um lead de setembro pode virar contrato em novembro. Acompanhe cada grupo de leads até o fim do caminho, em vez de comparar leads e contratos do mesmo mês.

Marketing e atendimento precisam compartilhar dados

Esta é a tese central do artigo. Marketing e atendimento costumam funcionar como áreas separadas: um gera contatos, o outro tenta convertê-los, e cada um culpa o outro quando o resultado não vem. Na visão da Shark, aquisição só funciona como sistema quando a informação volta. Para decidir bem, o marketing precisa saber:

  • quais leads tinham aderência aos critérios do escritório;
  • quais avançaram para consulta e proposta;
  • quais não avançaram, e por quê;
  • quais campanhas originaram oportunidades e contratos;
  • quais mensagens atraíram demandas incompatíveis.
  1. Respostas do atendimento
  2. Análise
  3. Próxima decisão

Na prática, isso pode começar com uma planilha atualizada a cada atendimento: data, origem (campanha), área, se atende aos critérios, etapa alcançada, motivo de perda e próxima ação. Um CRM passa a fazer sentido quando o volume ou o tamanho da equipe tornam a planilha difícil de manter. Desenhe o processo antes de escolher a ferramenta.

Para saber a origem de cada lead, use links com parâmetros de campanha, um campo de origem no formulário e mensagens pré-preenchidas diferentes nos botões de WhatsApp de cada canal. Com o tempo, essa informação pode voltar para as próprias plataformas: o Google Ads permite importar conversões offline para indicar quais leads se qualificaram ou fecharam negócio, e a Conversions API da Meta permite enviar eventos do CRM (detalhes nas fontes). Assim, as campanhas passam a ser otimizadas por oportunidades, não só por contatos.

Como diagnosticar seu funil de aquisição jurídica

Use as perguntas abaixo com os contatos dos últimos 30 a 60 dias. Elas seguem a ordem do caminho, do anúncio ao contrato.

  • Quem está chegando?

    Área, tipo de demanda e região de cada contato.

  • O que essa pessoa pesquisou ou viu?

    Termo de pesquisa, anúncio ou publicação que gerou o contato.

  • Qual campanha originou o contato?

    Parâmetros de campanha, campo de origem ou mensagem pré-preenchida.

  • Qual serviço ela procura?

    Compare com as áreas que o escritório realmente atende.

  • O contato atende aos critérios definidos pelo escritório?

    Classificação feita no atendimento, com o critério escrito.

  • Quanto tempo existe entre contato e primeiro atendimento?

    Hora de chegada e hora da primeira resposta útil.

  • Quantos leads avançam?

    Proporção que passa de cada etapa para a seguinte.

  • Onde os leads abandonam?

    A etapa com a maior perda proporcional é o primeiro lugar a investigar.

  • Quais motivos de perda aparecem com frequência?

    Lista fechada: fora da área, fora da região, parou de responder, honorários, escolheu outro escritório.

  • Marketing recebe essas informações?

    Com que frequência e em que formato o retorno chega a quem cuida das campanhas.

Com as etapas contadas, a tabela abaixo ajuda a decidir por onde começar:

Sintoma observado nos números e primeiro lugar a investigar
SintomaOnde investigar primeiro
Muitos contatos fora da área ou da regiãoOnde investigar primeiroTermos de pesquisa, segmentação, região e mensagem do anúncio
Contatos na área certa, mas sem contextoOnde investigar primeiroPágina de destino e perguntas do formulário
Leads qualificados sem resposta rápidaOnde investigar primeiroResponsável, horários e canais monitorados no atendimento
Respondidos que não marcam consultaOnde investigar primeiroPrimeira abordagem e próximo passo proposto
Consultas que não viram contratoOnde investigar primeiroApresentação da proposta e acompanhamento depois da consulta
Contratos existem, mas ninguém sabe de onde vieramOnde investigar primeiroRegistro de origem e retorno de dados ao marketing

Só a primeira linha começa pela mídia. As outras começam pela página, pelo atendimento ou pela mensuração. O mesmo raciocínio vale para outros negócios que dependem de atendimento depois do lead; aplicamos a mesma lógica no artigo sobre clínicas que recebem leads, mas não agendam, que traz uma calculadora de etapas.

Marketing jurídico e regras da OAB

Esta seção resume pontos do texto oficial do Provimento nº 205/2021 do Conselho Federal da OAB, que dispõe sobre a publicidade e a informação da advocacia. É um resumo informativo, não uma orientação jurídica.

  • Marketing jurídico é permitido, desde que compatível com os preceitos éticos e com os limites do Estatuto da Advocacia, do Regulamento Geral, do Código de Ética e Disciplina e do próprio provimento (art. 1º). As informações devem ser objetivas e verdadeiras (art. 1º, § 1º).
  • Caráter informativo, discrição e sobriedade: a publicidade profissional deve ter caráter meramente informativo, sem configurar captação de clientela ou mercantilização da profissão (art. 3º).
  • Condutas vedadas incluem referência a valores de honorários, forma de pagamento, gratuidade ou descontos como forma de captação de clientes, e o uso de “orações ou expressões persuasivas, de autoengrandecimento ou de comparação” (art. 3º, I e IV).
  • Promessa de resultados e uso de casos concretos para oferecer atuação profissional são vedados, assim como a ostentação de bens (art. 6º).
  • Anúncios pagos são admitidos no marketing de conteúdos jurídicos, desde que não estejam incutidas a mercantilização, a captação de clientela ou o emprego excessivo de recursos financeiros (art. 4º).
  • Google Ads e palavras-chave: o Anexo Único permite ferramentas de aquisição de palavra-chave quando o anúncio responde a uma busca iniciada pelo potencial cliente e as palavras estão de acordo com os ditames éticos, e proíbe anúncios ostensivos em plataformas de vídeo.
  • Impulsionamento nas redes sociais: o Anexo Único permite, desde que não se trate de publicidade contendo oferta de serviços jurídicos.
  • Chatbot e WhatsApp: o Anexo Único permite chatbot para facilitar a comunicação, por exemplo para responder as primeiras dúvidas de um potencial cliente, sem afastar a pessoalidade do serviço. Não admite aplicativos que respondam automaticamente, de forma indiscriminada, consultas jurídicas a não clientes. A divulgação em grupos de WhatsApp é permitida quando o grupo é de pessoas determinadas, das relações do advogado ou do escritório.

Para o funil, isso tem uma consequência prática (aqui já é análise de marketing, não norma): como a publicidade jurídica não pode recorrer a promessas, preços ou linguagem persuasiva, a clareza sobre área de atuação e a qualidade do atendimento depois do contato pesam ainda mais na conversão. Automatizar o primeiro contato pode ajudar na organização, mas a orientação jurídica continua sendo do advogado.

Perguntas frequentes

O que é um lead qualificado para advogados?

É um contato que atende aos critérios definidos pelo próprio escritório, como área jurídica, tipo de demanda, localização e momento da necessidade. Não há definição universal: o importante é que o critério esteja escrito e seja usado igual por todos.

Por que meus leads não fecham contrato?

Pode ser intenção errada na campanha, comunicação genérica, página sem contexto, ausência de critério de qualificação, atendimento lento ou sem próximo passo, falta de acompanhamento ou ausência de feedback para o marketing. A resposta está nos dados de cada etapa, não numa causa única.

Como saber se o problema está no tráfego ou no atendimento?

Classifique os contatos de um período pela última etapa que alcançaram e pelo motivo de perda. Se a maioria está fora dos critérios, comece pela campanha e pela mensagem. Se a maioria é qualificada e se perde depois, comece pelo atendimento e pelo acompanhamento.

CPL baixo significa campanha boa?

Não necessariamente. O CPL mostra quanto custa gerar um contato, não quanto custa gerar um contrato. Compare campanhas pelo custo por lead qualificado e pelo custo por contrato.

Advogados podem fazer tráfego pago?

Segundo o Provimento 205/2021, anúncios pagos são admitidos dentro dos limites éticos: sem mercantilização, captação de clientela ou emprego excessivo de recursos financeiros (art. 4º). O impulsionamento em redes sociais é permitido desde que não contenha oferta de serviços jurídicos (Anexo Único).

Google Ads é permitido para advogados?

O Anexo Único do Provimento 205/2021 permite a aquisição de palavras-chave quando o anúncio responde a uma busca iniciada pelo potencial cliente e as palavras estão de acordo com os ditames éticos. Anúncios ostensivos em plataformas de vídeo são proibidos.

O escritório deve acompanhar os leads até o contrato?

Do ponto de vista de gestão, sim: sem acompanhar o lead até o contrato (ou até o motivo de perda), não é possível saber quais campanhas geram clientes e quais geram só contatos.

Antes de investir mais, entenda melhor

Mais leads não corrigem um funil quebrado. Se o escritório não consegue identificar quem chegou, quem era qualificado, quem avançou, quem virou oportunidade, quem contratou e por que os demais foram perdidos, aumentar a mídia pode apenas aumentar o volume do problema.

O caminho é o inverso: defina o critério, registre cada etapa, encontre a maior perda, ajuste e meça de novo. É a mesma lógica do método de trabalho da Shark, em que os dados da campanha e o retorno do atendimento comercial definem o próximo ciclo. Antes de investir mais, entenda melhor.

Fontes consultadas